Psicologia Clínica Domiciliar

Aplicada, geralmente, em casos de pacientes com perfis adaptáveis à abordagem psicoterápica ambulatorial, mas que se encontram impossibilitados de chegar ao consultório, como no caso de algum impedimento físico, psicológico, ou situações em que o comprometimento orgânico inviabilize deslocamentos externos sistemáticos. O foco clínico fica centrado no paciente, permanecendo a família num plano secundário.